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História da Família Algoso

 

 

 

ALGOSO/ALGOZO/ALGOZ: Toponímico de origem portuguesa, derivado da Freguesia de Algoso, Concelho de Vimioso, Distrito de Bragança, região de Alto Trás-os-Montes (nordeste de Portugal).

Em Janeiro de 1860, na cidade de Jaú/SP aconteceu o casamento de João Caetano Cardozo (filho de Caetano Jorge Cardozo e Maria Luiza de Jezus - casados antes de 1844) e Maria Francisca (filha de Veríssimo Jozé Algoso e Francisca Angelica de Santa-Anna), ambos de Brotas/SP.

Segundo o site http://jaufatosefotos.br.tripod.com/moradores.htm, Veríssimo José Algoso foi um primeiros povoadores de Jaú, mais precisamente um dos fundadores do Banharão (região banhada exatamente pelo Rio Jahu). Veríssimo também comprou uma patente de coronel. Além de Maria Francisca, outras filhas de Veríssimo José Algoso e Francisca Angélica de Santa-Anna, com quem se casou em primeiras núpcias, foram: Ursula Algoso (nascida em Brotas a 23 de Janeiro 1847) e Silveria Algoso (nascida em Brotas a 24 de Maio de 1849).

Provavelmente, Veríssimo teve como irmãos: Israel Jose Algoso (casado com Luiza Maria Da Conceicao) e Jose Domingos Algoso (casado com Delfina Zezuina De Jesus).

Obs: A Sesmaria do Banharão foi povoada por Odorico Nunes de Oliveira, o Sítio Banharão foi adquirido por Messias Franca de Camargo no ano de 1842 por compra feita a Rodolpho Nardo de Norbem.

Pelo sobrenome de Veríssimo José Algoso, ele certamente era descendente de imigrantes portugueses da Freguesia de Algoso (atualmente pertencente ao Concelho de Vimioso).

Uma das possibilidades seria que Veríssimo descendesse de Lourenço Pinto e Francisca Xavier Vaz. Este casal veio de Portugal com seu filho, que se tornaria mais tarde o Tenente Antonio Pinto de Miranda. Esta família é toda original da freguesia de São Sebastião do Algoso, bispado de Miranda do Douro (localidade que também deu origem a um tronco da família Miranda).

Vieram ao Brasil na época da corrida do ouro, com destino a Lavras do Funil-MG. Aos 12-10-1779 o Tenente Antonio Pinto de Miranda se casou em Carrancas-MG com Rosa Angélica da Conceição, filha de Antonio Fernandes Valle (ou do Val) e Teresa de Jesus (a família de Rosa Angélica era de Congonhas-MG).

O Tenente Antonio Pinto de Miranda faleceu sem testamento em sua propriedade (Fazenda Rio Grande do Funil) na Freguesia de Lavras, aos 26-11-1794 e foi inventariado pela viúva no ano seguinte. Tiveram dez filhos tutelados pelo Capitão Custódio José Duarte em 1807, por João Francisco de Almeida, e finalmente por Joaquim Pinto de Miranda.

Os filhos que tiveram descendentes foram a primogênita Felizarda (nascida por 1781 e casada com Rodrigo Antonio de Azevedo), Antonio Pinto de Miranda (casado com Joana Silvéria de Almeida), Joaquim Pinto de Miranda, Emerenciana (casada com Antonio Carlos Nemezio), Ana Luiza (casada com João Francisco de Almeida, José, Eulália Leodora de Miranda (casada com Tristão Afonso Azevedo) e a caçula Silvéria (nascida em 1791).

Talvez Veríssimo seja descendente de algum destes lavrenses, podendo ser filho de Domingos Algozo e Maria Silveira (pais de Bibiana Algozo, nascida em Sant'Ana de Lavras em 7/3/1824) ou de João Algozo e Manoela de Oliveira (pais de Graciana Algozo, nascida em 2/2/1825 em Sant'Ana de Lavras), ou filho natural de Maria Eufrazia (tendo nascido em 4/7/1812 em Lavras), ou ainda filho de outro Algozo. Outra possibilidade é seus pais sejam Domingos Jose Algos e Maria Joaquina Da Conceicao, oriundos de Alfenas.

 

 

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