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História da Família Anzai

 

 

 

ANZAI: Nome de origem japonesa.

 

Até o final da era Tokugawa apenas os nobres, samurais e religiosos possuiam o direito a sobrenomes. Os plebeus e camponeses somente passaram a ter direito a sobrenome na era Meiji. Nessa época os sobrenomes foram impostos e muitas vezes vilas inteiras recebiam o mesmo sobrenome para facilitar o processo. Isso fez com que pessoas que não fossem parentes passassem a ter sobrenomes iguais.

 

Não sendo Anzai um sobrenome extremamente comum no Japão, nem muito raro, é possível que este sobrenome tenha origem antes ou durante a era Meiji. Um dos locais de origem deste sobrenome é Fukushima.

Mapa do Japão com destaque a Fukushima

Acredita-se que os primeiros habitantes de Fukushima tenham se estabelecido há mais de 100 mil anos, embora as evidencias mais concretas surjam apenas a partir de 10 mil anos atrás. Na primeira unificação japonesea (século 4), Fukushima foi incorporada a província Yamato. Nesta época foram construídas as muralhas de Shirakawa e Nakoso foram construídas para proteger o Japão "civilizado" dos "bárbaros" do norte. Fukushima tornou-se província de Mutsu depois da reforma Taika em 646. Esta região é também conhecida como Michinoku ou Ōshū.

Castelo Tsuruga-jo de Aizuwakamatsu em Fukushima

A região começou a ganhar importância nos séculos 9 a 12 como um dos centros da cultura budista. Vários templos de Fukushima foram erguidos nesta época. No século 12, com o inicio do governo controlado pela casta dos guerreiros, estabeleceram-se às primeiras famílias (Ashina, Date e Soma) de guerreiros a controlar a região. A província de Fukushima foi conquistada pelo príncipe Subaru em 1293. Mas tal domínio durou pouco. A guerra civil que varreu o Japão nos séculos 15 e 16 mudou o panorama do poder e Fukushima ficou sob controle de vários lordes, até que, com a ascensão dos Tokugawa ao poder, a família do Xogum colocou dois de seus membros na região, especificamente em Aizu e Shirakawa, para controlar todo o nordeste do país.

Rhododendron brachycarpum - flor-símbolo de Fukushima

Em particular, a família Matsudaira do feudo de Aizu foi sempre um aliado do Xogum até a sua queda em 1868 por causa da Restauração Meiji, marcada por incontáveis tragédias, como a do Byakkotai, a Tropa do Tigre Branco.

Monte Bandai por sobre campos de arroz (visão do norte)

Na guerra civil japonesa ocorrida no final do séc XIX, Mishima Michitsune tornou-se governador de Fukushima e lá foram criadas várias divisões de guerreiros, quatro delas adotando o nome dos deuses Seiryu, Suzaku, Byakko e Genbu. Justamente o Byakko-tai, ou “grupo Byakko” tinha como integrantes jovens com idade entre 16 e 17 anos.

Olmo cinzento (Zelkova serrata) - árvore-símbolo de Fukushima

Em determinado momento da guerra o Byakko-tai partiu para a batalha em defesa do castelo de Fukushima (Tsuruga-jo). Mesmo lutando bravamente, não tinham muita experiência e foram forçados a refugiarem-se numa montanha de onde os membros que se salvaram avistaram muita fumaça próximo ao Castelo e concluíram precipitadamente que o exército de Fukushima havia sido derrotado e que o Castelo fora incendiado. Escolheram então a morte pelas próprias mãos a serem capturados pelo inimigo.

Papa-moscas (Ficedula narcissina) - ave-símbolo de Fukushima

Depois desse período turbulento, o governo Meiji dividiu a região em três províncias (Fukushima, Wakamatsu e Iwasaki), que depois foram aglutinadas e deram origem à atual de Fukushima. Atualmente, a província possui uma economia em expansão, aliando a modernidade das indústrias de ponta (software e eletrônica) com a pesca (na região costeira) e a agricultura (nas regiões mais altas baseiam).

O navio "vapor" Kasato Maru trouxe os primeiros Anzai ao Brasil logo em sua primeira viagem. Seus nomes: Yasoemon Anzai (homem de 19 anos) e Tora Anzai (mulher de 19 anos). O chefe da família chamava-se Yasokichi Anzai e eram procedentes de Fukushima. Esta viagem durou 52 dias. Teve uma parada em Cingapura e outra na África antes de chegar ao Porto de Santos.


Fonte: Lista de bordo do vapor Kasato-Maru (gravura acima) do Arquivo do Estado de São Paulo

 

A segunda remessa de emigrantes foi, enfim, feita pela Sociedade Colonizadora Takemura Imin Goshi Kaisha: No dia 4 de maio de 1910, 447 famílias, perfazendo um total de 906 emigrantes contratados e outros 3 espontâneos, partiram do porto de Kōbe no navio "Ryojun-Maru” e chegaram a Santos em 28 de junho do mesmo ano. Subsidiados pelo Governo do Estado de São Paulo, estes emigrantes foram então distribuídos entre 17 fazendas de café da zona da Alta Mogiana, destacando-se entre elas as Fazendas de Dumont, Floresta, Guatapará, Canaan, São Martinho e Jatahy. Embora algumas fazendas tivessem registrado conflitos envolvendo os imigrantes, pode-se dizer, de maneira geral, que a taxa de fixação dos imigrantes foi satisfatória (em março de 1911, 681 imigrantes ainda permaneciam nas fazendas que os contrataram).

Navio Ryojun-Maru

Ancestrais da Família Thom de Souza:

Naohachi Anzai - nascido em meados do século XIX em Fukushima (Japão), foi pai de Sakuzô Anzai
Sakuzô Anzai - nascido em 12/1/1880 em Fukushima, e habitante de Takashima, embarcou no navio Ryojun Maru a 30/04/1910 e desembarcou no Porto de Santos a 28/6/1910 juntamente com sua esposa Shin (nascida em 1/10/1878), seus filhos Matsu (nascida em 26/12/1898), Kane (nascido em 7/1/1910) e Zihei (nascido em 7/4/1897), além de seu sobrinho Niichi Watanabe (nascido em 11/6/1893). Seu primeiro trabalho no Brasil foi na Fazenda Sobrado (São Manuel-SP) de propriedade do Dr. Francisco Antônio de Sousa Queirós Filho. A empresa responsável pela imigração foi a Companhia Imperial de Immigração do Japão.
Matsu Anzai - filha de Sakuzô Anzai e Shin Anzai se casou no Rio de Janeiro com o tecelão alemão Affonso Thom.

História da Fazenda Sobrado:

No século XVIII, os jesuítas estiveram estabelecidos nas margens do rio Tietê, próximo à confluência do rio Piracicaba, onde praticavam mineração efetiva de diamantes e outras preciosidades naturais, atribuindo-se tenham desviado o curso dos rios em diferentes pontos para essa exploração cujos sinais eram evidentes. Mas, devido ao impaludismo que periodicamente os atingia, transferiram-se para um casarão que construíram no campo, à distância de duas léguas dali, o qual foi conhecido pelo nome de "Sobrado" (o local ainda hoje é conhecido como Fazenda Sobrado), cujas ruínas foram perceptíveis por muitos anos. Em 1759 os jesuítas do Brasil e de outros domínios portugueses foram repatriados. Nas terras onde seria fundado o município paulista de São Manuel, deixaram, no "Sobrado", entre seus haveres, o gado bovino que, disperso, alongando-se e reproduzindo-se, ocupou imensuráveis pradarias, não só paulistas, como além fronteiras. No seu comércio com os bandeirantes, dando-lhes pousada a fim de seus ajustes, ficaram por este sertão muitos mamelucos e cafuzos que, cruzando-se, geraram a miscigenação, comprovada pelo encontro de diferentes tipos de raças nativas. Do ancadouro de Araritaguada (hoje Porto Feliz), navegando pelo rio Tietê, em toscos barcos, na sua peregrinação à cata de riquezas, naturais, procedentes do planalto de Piratininga, de Santos e de São Vicente, as bandeiras paulistas, em sua trajetória, iam deixando acentuados marcos, construindo um novo mundo no universo, descortinando à humanidade a bíblica Canaã prometida, única pátria de todos, onde todas as raças se irmanizam e se cruzam sem preconceitos de nacionalidade, cor, costumes e religião. No ano de 1822, uma dessas bandeiras, fazendo pouso no "Sobrado", que servia de morada aos índios, ali deixou um de seus componentes de nome Giacomo Capanema, aventureiro italiano engajado na caravana como cozinheiro que, ousado e insinuante nos seus empreendimentos, contraiu matrimônio com a filha do cacique. Essa união foi consagrada por um missioneiro, dos muitos que zelavam pelo comportamento espiritual dos bandeirantes. No final do século XIX, Dr. Francisco Antonio Souza Queiroz Filho (*1837 / +1917), presidente da provincia de S. Paulo em 1885, tornou-se dono da Fazenda Sobrado que ficava na Estação Treze de Maio da linha Sorocabana, próximo da cidade de São Manoel. Este fazendeiro era filho de Antônia Eufrosina Vergueiro (filha do famoso Senador Vergueiro) e de Francisco Antônio de Sousa Queirós, o único Barão de Sousa Queirós (combinação das famílias Sousa do Prado, Macedo, Teixeira e Queirós), senador do império, cafeicultor, um dos primeiros grandes empreendedores imobiliários da cidade de São Paulo e filho legítimo do brigadeiro Luiz Antônio de Souza Queiroz, fidalgo português residente em São Paulo (que chegou a ser considerado como a maior fortuna da província de São Paulo) e de Genebra de Barros Leite falecida em Lisboa em 1836

História de outros Anzai pioneiros da imigração japonesa no Brasil:

Kono Anzai - nascida em Adachi gun - Motomiya - Fukushima, era filha de Anzai Nenokichi e Anzai Tari. Chegou ao Brasil em 1908 no Kasatu Maru com destino à Fazenda Sobrado. Foi casada com Shumpei Yasuda com quem teve 11 filhos. Viveu em Campo Grande (Mato Grosso do Sul) e em Água Limpa (Araçatuba-SP) onde havia uma grande concentração de imigrantes japoneses de Fukushima.
Sussumu Anzai - nascido em 01/10/1894 em Fukushima, era filho de Kumagiru e Massu Anzai. Chegou a Santo Anastácio-SP em 1917, onde casou-se com Umeno Anzai em 1920 e mudou-se para Presidente Prudente-SP em 17/09/1947 onde fundou uma indústria de balas e doces. Tiveram 8 filhos. Faleceu em 27/12/1985.
Yasoemon Anzai - nascido em 1889 em Fukushima, era filho de Yasokichi Anzai. Foi o primeiro imigrante japonês da família Anzai no Brasil. Era casado com Tora Anzai.

Uma pequena história da imigração japonesa no Brasil:
A chegada dos primeiros 781 imigrantes japoneses ao Porto de Santos, no dia 17 de junho, ocorreu às vésperas das festividades de São João. Naquela noite, rojões ecoaram pelos céus da cidade. O desembarque da primeira leva nipônica no País, acompanhado por olhares curiosos de brasileiros, só ocorreria às 7 horas do dia seguinte, 18 de junho. O destino: Hospedaria dos Imigrantes, em São Paulo. A viagem à Hospedaria foi feita de trem, na segunda classe. Além da pouca bagagem, bandeiras do Japão e do Brasil nas mãos. Foram três agonizantes horas até a chegada a São Paulo. Vestidos à européia, foram recepcionados pelos funcionários e diretores do local, além do quinteto Massaru Mine, Motonao Ohno, Umpei Hirano, Junnosuke Kato e Takashi Nihei, patrícios que haviam chegado ao País via Sibéria. Aliás, seriam eles os cabeças que os levariam às seis fazendas que receberam os imigrantes japoneses. Os japoneses passaram nove dias na Hospedaria. Foram dias angustiantes à espera, enfim, do trabalho. Afinal, a idéia deles era ficar no Brasil por pouco tempo, fazer o pé-de-meia e voltar ao Japão. Eles acreditavam, dia e noite, nas palavras ditas pelo ex-deputado Ryu Mizuno, que já havia estado no Brasil em 1906 e voltou ao arquipélago dizendo que o país era uma mina de ouro. Nos nove dias alojados em São Paulo, houve quem estivesse disposto a conhecer a cidade. No sexto dia na Hospedaria, um grupo de Okinawa resolveu sair à rua. Pararam na Praça da Sé, onde foram cercados por uma multidão de curiosos. Mas nenhum incidente foi registrado. A saída dos japoneses da Hospedaria com destino às fazendas teve início na manhã do dia 27 de junho. Dez dos imigrantes ficaram em São Paulo mesmo. Sob os cuidados de Massaru Mine, 152 pessoas de 24 famílias de Okinawa foram enviadas para a Fazenda Canaã. Tendo a frente Motonao Ohno, outras 173 de 23 famílias, também okinawanas, foram enviadas para a Fazenda Floresta. Outros dois grupos seguiram no dia seguinte. Sob a liderança de Teijiro Suzuki, 101 pessoas, de 27 famílias de Kagoshima, foram para a Fazenda São Martinho e outras 88, de 23 famílias de Kagoshima, Kochi e Niigata, foram para Fazenda Guatapará, com o intérprete Umpei Hirano. No dia 29, foram com Junnosuke Kato para a Fazenda Dumont 210 pessoas, de 52 famílias de Fukushima, Kumamoto, Hiroshima, Miyagi e Tóquio. E no dia 6 de julho, com Takashi Nihei, embarcaram 49 pessoas de 15 famílias de Yamaguchi, Aichi, Yamanashi e Ehime com destino à Fazenda Sobrado. A exceção de Sobrado, que se localizava onde hoje está o município de São Manuel, e Floresta, onde está Itu, as demais propriedades ficavam na região de Ribeirão Preto. A vida nessas fazendas, entretanto, não durou muito tempo. Em setembro de 1909, apenas 191 deles continuavam o trabalho. Surpresa com organização Assim que chegaram à Hospedaria dos Imigrantes, os japoneses do Kasato Maru passaram por uma inspeção das autoridades alfandegárias do Brasil. No total, foram 1,1 mil malas averiguadas. A inspeção durou dois dias inteiros, mas nada de irregular foi encontrado. Os funcionários ficaram impressionados com a calma, paciência e organização dos nipônicos, que assistiaram à conferência das bagagens Nem para todos Na Hospedaria, somente os casais tinham direito às camas de ferro, onde dormiam sob cobertas espessas de algodão. Os solteiros, por sua vez, tinham que dormir em cima de estrados de madeira estendidos no chão. Foi também nessa casa que o imigrante japonês, segundo o livro História dos 40 Anos da Imigração Japonesa, teve contato com um vaso sanitário no lugar de uma latrina comum.

Um imigrante japonês trabalhando nas lavouras de café paulistas

Outra história dos imigrantes japoneses:

Dos 781 imigrantes japoneses que desembarcaram com o navio Kasato Maru no dia 18 de junho de 1908, 773 seguiram, a partir do dia 27 do mesmo mês, para as fazendas Canaã, Floresta, São Martinho, Guatapará, Dumont e Sobrado, todas no interior de São Paulo. No total, foram 586 homens e 187 mulheres. Os demais, entre eles três casais, ficaram em São Paulo. Em comum entre as fazendas que abrigaram os primeiros nipônicos estava as plantações de café. A vida dos imigrantes japoneses nessas fazendas, entretanto, não durou muito tempo. Em setembro de 1909, apenas 191 deles continuavam o trabalho. O trabalho nas fazendas, invariavelmente, começava às 6 horas da manhã. Era um serviço árduo, que foi ainda complicado já que 1908 foi um dos piores anos na história da então próspera cafeicultura brasileira. Aliado a isso ainda tinha a concorrência da mão-de-obra européia. Mas vários outros fatores contribuiram para que a estada nas fazendas de café tivesse sido curta. Más condições de habitação e alimentação, dificuldade de entendimento com os fazendeiros em função da língua e dos diferentes costumes são apenas alguns exemplos. Outro detalhe é que os cafeeiros, já velhos, não rendiam aos japoneses ¼ daquilo que esperavam ganhar. Ou como Ryu Mizuno havia propagandeado ainda no Japão, comparando as plantações de café à verdadeiras minas de ouro.Assim, o que muitos ganhavam mal dava para sobreviver. Por conta disso começaram as reclamações e o clima de descontentamento foi tomando conta. A Fazenda Sobrado, para onde foram 49 pessoas de 15 famílias, foi a única a não registrar nenhum tipo de conflito mais grave, ao contrário do que ocorreu na Fazenda Dumont, constituída por Henrique Dumont, pai do aviador Santos Dumont. Com os problemas, começaram a retirada e as fugas das fazendas.Depois de seis meses, dos 773 imigrantes enviados às seis fazendas, 430 haviam se retirado desses locais indo para novas propriedades. Outros tentaram a sorte nas estradas de ferro da Noroeste ou trocaram o Brasil pela Argentina, de onde vinham notícias de que por lá seria mais fácil.

• Fazenda Floresta - ficava na Estação Itu, da linha Ituense, onde hoje está a cidade de Itu, a 106 km de São Paulo.
• Fazenda Canaã - ficava na Estação Canaã da linha Mogiana. A fazenda estava cerca de 40 km de distância de Ribeirão Preto.
• Fazenda Dumont - ficava na Estação Dumont, também da linha Mogiana, a 23 km de Ribeirão Preto. A fazenda tinha 3 milhões de pés de café.
• Fazenda Guatapará - estava na Estação Guatapará da linha Paulista, entre Ribeirão Preto e Araraquara. O local tinha 9 mil alqueires e 1,8 milhão de pés de café plantados.
• Fazenda São Martinho - ficava na Estação Martinho Prado da linha Paulista, onde hoje está a cidade de Pradópolis. Tinha na época 2 milhões de cafeeiros.
• Fazenda Sobrado - ficava na Estação Treze de Maio da linha Sorocabana, zona que tinha como centro a cidade de São Manoel, a 288 km da capital paulista.

Fonte: www.zashi.com.br apud Museu Histórico da Imigração Japonesa, O Imigrante Japonês (Tomoo Handa), Uma Epopéia Moderna – 80 Anos da Imigração Japonesa no Brasil (Editora Hucitec) e A Imigração Japonesa na Lavoura Cafeeira Paulista (Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo)

 

CURIOSIDADE: Os 100 nomes mais comuns no Japão:


1 SATO : Sa = ajudar ; To = glicínia (uma espécie de planta cujo kanji está ligado ao clã Fujiwara)
2 SUZUKI : Suzu = guizo ; Ki = árvore,madeira : Árvore de sinos
3 TAKAHASHI : Taka = alto ; Hashi = ponte : Ponte alta
4 TANAKA : Ta = arrozal, plantação ; Naka = dentro, centro, meio : Meio do arrozal
5 WATANABE : Wata = atravessar, cruzar ; Be = beira, borda : Atravessar pela beira
6 ITO : I = deriva de Ise, cidade de Mie ; To = glicínia
7 YAMAMOTO : Yama = montanha, monte ; Moto = pé, base : Base da montanha
8 NAKAMURA : Naka = dentro, centro ; Mura = povoado, aldeia : Meio da aldeia/Aldeia central
9 KOBAYASHI : Ko = pequeno ; Bayashi = arvoredo, bosque : Bosque pequeno
10 SAITO : Sai = afetuoso ; To = glicínia
11 KATO : Ka = incluir, acrescentar (Kaga - nome antigo da atual região da província de Ishikawa) ; To = glicínia
12 YOSHIDA : Yoshi = boa sorte, feliz, auspicioso ; Da = plantação : Plantação auspiciosa
13 YAMADA : Yama = montanha, monte ; Da = arrozal : Arrozal da montanha
14 SASAKI : Sa = ajudar ; Sa = indica repetição do ideograma que o antecede ; Ki = árvore, madeira : Árvore de apoio
15 YAMAGUCHI : Yama = monte, montanha ; Guchi = abertura : Abertura para a montanha
16 MATSUMOTO : Matsu = pinheiro ; Moto = base, pé, princípio : Base do pinheiro
17 INOUE : I = poço ; Ue = sobre, em cima : Em cima do poço
18 KIMURA : Ki = árvore, madeira ; Mura = povoado, aldeia : Povoado com árvores
19 HAYASHI : Hayashi = bosque
20 SHIMIZU : Shi = puro ; Mizu = água : Água pura
21 YAMAZAKI : Yama = monte, montanha ; Zaki = cabo, ponta : Extremidade da montanha
22 NAKAJIMA : Naka = centro, dentro ; Jima = ilha : Ilha central
23 IKEDA : Ike = lago ; Da = arrozal, plantação : Plantação com lago
24 ABE : A = Lisonjear, agradar ; Be = dividir, departamento, setor, grupo : Grupo agradável
25 HASHIMOTO : Hashi = ponte ; Moto = base, princípio : Base da ponte
26 YAMASHITA : Yama = montanha, monte ; Shita = embaixo, parte inferior : Parte de baixo da montanha
27 MORI : Mori = bosque
28 ISHIKAWA : Ishi = pedra ; Kawa = rio : Rio pedregoso
29 MAEDA : Mae = frente ; Da = arrozal, plantação : Arrozal da frente / De frente ao arrozal
30 OGAWA : O = pequeno ; Gawa = rio : Rio pequeno
31 FUJITA : Fuji = glicínia ; Ta = plantação
32 OKADA : Oka = colina ; Da = plantação, arrozal : Arrozal da colina
33 GOTO : Go = posterior, atrás ; To = Glicínia
34 HASEGAWA : Ha = longo ; Se = vale ; Gawa = rio : Longo rio que corre o vale
35 ISHII : Ishi = pedra ; I = poço : Poço de pedra
36 MURAKAMI : Mura = aldeia, povoado ; Kami = parte superior, em cima, sobre : Parte de cima do povoado
37 KONDO : Kon = perto, próximo ; Do = glicínia
38 SAKAMOTO : Saka = declive, descida ; Moto = base, pé, princípio : Parte de baixo da descida
39 ENDO : En = longe, distante ; Do = glicínia
40 AOKI : Ao = azul, verde ; Ki = árvore, madeira : Árvore verde / azul
41 FUJII : Fuji = glicínia ; I = poço
42 NISHIMURA : Nishi = oeste ; Mura = povoado : Povoado do oeste
43 FUKUDA : Fuku = sorte ; Da = arrozal, plantação : Arrozal da sorte
44 OOTA : Oo = fértil ; Ta = arrozal, plantação : Arrozal fértil
45 MIURA : Mi = três ; Ura = baía, enseada : Três baías
46 FUJIWARA : Fuji = glicínia ; Wara = campo (Clã que teve início no Japão antigo e que desempenhou papel central no império até a Restauração Meiji.)
47 OKAMOTO : Oka = colina ; Moto = base, pé, princípio : Base da colina
48 MATSUDA : Matsu = pinheiro ; Da = plantação, arrozal : Arrozal com pinheiro
49 NAKAGAWA : Naka = dentro, centro ; Gawa = rio : Rio central
50 NAKANO : Naka = dentro, centro ; No = campo : Campo central
51 HARADA : Hara = campo ; Da = plantação : Plantação no campo
52 ONO : O = pequeno ; No = campo : Pequeno campo
53 TAMURA : Ta = arrozal, plantação ; Mura = povoado, aldeia : Povoado com arrozal
54 TAKEUCHI : Take = bambu ; Uchi = dentro : Dentro do bambuzal
55 KANEKO : Kane = ouro, fortuna, dinheiro ; Ko = filho : Filho afortunado
56 WADA : Wa = harmonia, paz ; Da = arrozal, plantação : Plantação harmoniosa
57 NAKAYAMA : Naka = dentro ; centro ; Yama = monte, montanha : dentro da montanha
58 ISHIDA : Ishi = pedra ; Da = arrozal, plantação : Plantação pedregosa
59 UEDA : Ue = em cima, sobre, topo ; Da = arrozal, plantação : Plantação de cima
60 MORITA : Mori = fl oresta, bosque ; Ta = arrozal, plantação : Plantação no bosque
61 KOJIMA : Ko = pequeno ; Jima = ilha : Pequena ilha
62 SHIBATA : Shiba = gravetos ; Ta = plantação : Plantação com gravetos
63 HARA : Hara = campo
64 MIYAZAKI : Miya = templo xintoísta, palácio imperial ; Zaki = ponta, extremidade : Extremidade do templo ou palácio
65 SAKAI : Saka = saquê, bebida alcoólica feita de arroz ; I = poço : Poço de saquê
66 KUDO : Ku = habilidade ; Do = Glicínia
67 YOKOYAMA : Yoko = ao lado ; Yama = monte, montanha : Ao lado da montanha
68 MIYAMOTO : Miya = palácio imperial, templo xintoísta ; Moto = início, princípio : Origem do templo
69 UCHIDA : Uchi = dentro ; Da = arrozal, plantação : Dentro da plantação
70 TAKAGUI : Taka = alto ; Gui (ki) = árvore : Árvore alta
71 ANDO : An = tranqüilo ; Do = glicínia
72 SHIMADA : Shima = ilha ; Da = arrozal, plantação : Plantação da ilha
73 TANIGUCHI : Tani = vale ; Guchi = boca : Abertura do vale
74 OONO : Oo = grande ; No = campo, planície : Grande planície
75 TAKADA : Taka = alto ; Da = arrozal, plantação : Plantação alta
76 MARUYAMA : Maru = redondo,círculo ; Yama = monte, montanha : Montanha redonda
77 IMAI : Ima = agora, atual ; I = poço : Poço atual
78 KAWANO : Kawa = rio ; No = campo, planície : Rio com planície
79 FUJIMOTO : Fuji = glicínia ; Moto = origem, princípio, base
80 MURATA : Mura = aldeia,vilarejo ; Ta = arrozal, plantação : Plantação do vilarejo
81 TAKEDA : Take = guerreiro ; Da = arrozal, plantação : Arrozal do guerreiro
82 UENO : Ue = em cima, de cima, sobre ; No = campo, planície : Em cima da planície
83 SUGUIYAMA : Sugui = cedro japonês ; Yama = monte, montanha : Montanha de cedro
84 MASUDA : Masu = aumentar ; Da = arrozal, palntação : Plantação ampliada
85 KOYAMA : Ko = pequeno ; Yama = monte, montanha : Pequena montanha
86 OOTSUKA : Oo = grande ; Tsuka = montículo , túmulo antigo : Grande túmulo antigo
87 HIRANO : Hira = plano ; No = campo : Campo plano
88 SUGAHARA : Suga = junça, corriço (planta ciperácea) ; Hara = campo : Campo de Junça
89 KUBO : Ku = há muito tempo ; Bo = manter,conservar : Mantido há muito tempo
90 MATSUI : Matsu = pinheiro ; I = poço : Poço do pinheiro
91 CHIBA : Chi = mil ; Ba = folha : Mil folhas
92 IWASAKI : Iwa = rocha, rochedo ; Saki = ponta, extremidade : Extremidade do rochedo
93 SAKURAI : Sakura = cerejeira ; I = poço : Poço da cerejeira
94 KINOSHITA : Ki = árvore ; Shita = debaixo : Debaixo da árvore
95 NOGUCHI : No = campo, planície ; Guchi = boca, abertura, entrada : Entrada do campo
96 MATSUO : Matsu = pinheiro ; O = cauda, rabo : Cauda do pinheiro
97 KIKUCHI : Kiku = crisântemo ; Chi = terra : Terra de Crisântemo
98 NOMURA : No = campo, planície ; Mura = aldeia, vilarejo : Vilarejo do campo
99 ARAI : Ara = novo ; I = poço : Poço novo
100 WATANABE : Watana = atravessar ; Be = seção, divisão : Atravessa a divisão
Fonte: http://madeinjapan.uol.com.br/os-100-sobrenomes-japoneses

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