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História da Família Jesus

 

 

 

 

JESUS/JEZUS: Nome de invocação religiosa muito utilizado no nosso país que, com especial incidência a partir da segunda metade do século XIX, começou a ser adotado como sobrenome, prática que foi seguida por um número sem conta de famílias diferentes, daí resultando existir em grande número famílias que o usa sem que nenhuma relação de parentesco exista entre elas.

Armas: Não têm.

 

 

Ancestrais da Família Jesus:

Maria Ignácia de Jesus
Apelido:
"Madrinha"
Foto:

Nascimento
Data:
11/11/1902 Local: * Ituverava - SP - Brasil Pais> Urias Gonçalves de Carvalho (de Paula) e Maria Justina de Jezus
Casamento
Data: Não encontrado Local: Ituverava - SP - Brasil Esposa: Antonio de Souza Barroso Filho
Óbito
Data: Não encontrado Local: Miguelópolis - SP - Brasil Causa Mortis: Não encontrado
Filhos: Maria Barroso

Francelina Maria de Jesus Foi encontrado um registro no Fundos e Coleções Acervo do Museu Regional de São João del Rei/IPHAN que desconfia-se tratar-se de uma ancestral da família Thom de Souza. É um documento de execução de sentença referente a um homicídio ocorrido na cidade de Passos-MG, cuja ré era uma tal Francelina Maria de Jesus. O documento data de 23/03/1862 e consta no mesmo que a ré era natural de Carmo do Rio Claro-MG e possuia 30 anos na época, porém não consta o nome do ofendido (vítima). Diz somente que as custas foram pagas pela ré e que a setença foi de condenação a 6 anos de prisão com trabalho, de acordo com o artigo 193, 45, parágrafo 1º do Código Criminal e que não houve apelação. Resumidamente, o texto diz que tratava-se da "Execução de sentença em que a ré Francelina Maria de Jesus veio da cidade de Passos para a cadeia de São João del Rei para cumprimento de sua pena. O início de sua pena datou de vinte e seis de março de 1862 e seu alvará de soltura de vinte e seis de março de 1869. A ré possuía estatura regular."

História de Carmo do Rio Claro

A história de Carmo do Rio Claro começa a ser traçada em meados do século XVIII. Os primeiros habitantes das terras ao redor da Serra da Tormenta foram os índios caiapós e alguns negros alforriados que montaram seus quilombos. Próximo à serra descia um rio de água límpida e cristalina, batizado pelos índios de Jeticaí.A origem do nome é resultado da invocação à Nossa Senhora do Monte Carmelo, vinculado à ordem dos carmelitas. Rio Claro é fruto do rio que corria rente a Serra da Tormenta e desaguava no rio Sapucaí.

O arraial de Nossa Senhora do Monte Carmo começou a se estruturar na segunda metade do século XVIII, com aproximadamente 500 habitantes, uma mistura de brancos, negros e índios. Em 1770, uma capela foi erguida às margens do rio Sapucaí em homenagem ao Senhor Bom Jesus do Itacy. Por volta de 1780, tem-se o primeiro registro de padre no arraial: João Manuel de Carvalho. Em 1809, com uma população de mais mil habitantes o arraial tornou-se distrito. A capela ficou agregada à Matriz de Nossa Senhora da Assunção de Cabo Verde, nessa época o distrito pertencia à província de São Paulo. O vilarejo começou a se desenvolver com a chegada de pessoas vindas da região das minas, como São João Del Rei, conhecidas como entrantes. No início, eles estavam apenas de passagem, mas alguns resolveram se fixar, formar fazendas e trazer as famílias, o que transformou a cultura de subsistência daquele povo em cultivos destinado ao mercado, com o objetivo de acumular riquezas. A produção das lavouras e da pecuária só era possível através da mão de obra escrava, o que originou as senzalas nas fazendas.Para estabelecer a ordem e organização do distrito, bem como realizar demarcações de terras, criou-se um juizado de paz e um distrito policial. Conforme registros, em 1830, ambos os cargos haviam sido ocupados pelo vigário da igreja, João Martins. Com a lei, criou-se regras, denominadas de Posturas, principalmente no que se referia a demarcação de terras, conservação das estradas e a produção agropecuária. Em 1837 foi realizado um censo no arraial que obteve os seguintes resultados: população de 1.285 habitantes, sendo que um terço eram escravos.

A tradição do artesanato em Carmo do Rio Claro teve origem na segunda metade do século XVIII, com os escravos, que plantavam e colhiam o algodão com a finalidade de usar os fios para tecer. O tear era uma peça comum a quase todas as casas da época. Não só os escravos teciam, a tecelagem era praticada por todos da família, era uma prática familiar e doméstica.Até 1848, o arraial do Carmo pertenceu à Vila de São Carlos do Jacuí. Dois anos mais tarde, o arraial foi transferido para a Vila Formosa do Senhor dos Passos, o que fez com que todas as decisões administrativas referentes ao arraial dependesse de Passos. No final do século XIX, já havia água canalizada, a economia agropecuária se fortalecia, o comércio crescia e aumentava também o número de pessoas alfabetizadas.

Por esses motivos, e, pela a estrutura e organização que apresentava, em outubro de 1875, o arraial carmelitano torna-se Vila, e o primeiro prefeito empossado foi José Balbino da Silva.No dia 19 de julho de 1877, durante a sessão da Câmara, o vereador Dias, indicou que se fizesse uma representação ao Presidente da Província solicitando à elevação da Vila para a categoria de cidade. Quatro meses depois, no dia cinco de novembro de 1877, a Assembléia aprovou a lei número 2.416, transformando a vila na cidade de Carmo do Rio Claro.

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