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História da Família Sá

 

 

 

SÁ: Sobrenome português arcaico de origem toponímica. O princípio desta família é controverso, ainda que alguns autores atribuam aos Senhores da Quinta de Sá, no termo de Guimarães, os Sá que alcançaram maior notoriedade. Parece que da série de gerações que se podem dar como mais prováveis o ancestral de maior antiguidade que se conhece é Rodrigo Anes de Sá, casado com D. Maria Rodrigues do Avelar, pais de Paio Rodrigues de Sá, que se diz ter vivido no reinado de D. Dinis e que era muito herdado no concelho de Lafões. Deste foi filho João Afonso de Sá, que a maior parte dos genealogistas dá como o primeiro da família, contemporâneo de D. Afonso IV, senhor do solar da dita Quinta de Sá, e casado com D. Teresa Rodrigues de Berredo, de quem teve filhos que seguiram o apelido de Sá e continuaram a linhagem.
Outra possibilidade para origem so sobrenome seria vir do germânico Saa que significa sala, morada ou pousada.
Um dos primeiros Sá do Brasil foi o governador-geral Mem de Sá. Nascido em Lisboa no ano de 1500, era filho natural do Cônego Gonçalo Mendes de Sá e irmão do poeta Francisco de Sá Miranda. Licenciou-se em direito em 1528 e quatro anos depois, era Desembargador da Casa de Suplicação; em 1536, Corregedor dos Feitos Cíveis da Corte; em 1541, Desembargador dos Agravos e no ano de 1556, já fidalgo da Casa Real e membro do Conselho, Mem de Sá foi nomeado governador-geral do Brasil em substituição a Duarte da Costa. Desembarcou em Salvador, no final de 1558, com a missão de assegurar a sobrevivência dos núcleos de povoamento, ameaçados por constantes ataques indígenas que contra estes, travou sangrentas guerra nas capitanias de Ilhéus, Porto Seguro e Espírito Santo onde perdeu seu filho, morto com uma flechada, e também recebeu a tarefa de expulsar os calvinistas franceses que, desde 1555, se haviam instalado na baía de Guanabara. Em 1560 lançou um ataque bem sucedido contra o forte de Coligny, mas não conseguiu expulsar os ocupantes, que se refugiaram nas aldeias de seus aliados, os tamoios. Mem de Sá seguiu então para São Vicente e de lá enviou ao sertão uma entrada, que retornaria com amostras de ouro e pedras preciosas, e de volta à Bahia, combateu e derrotou os aimoré e no ano de 1567, retornou ao Rio de Janeiro, onde Estácio de Sá à mais de dois anos fustigava os franceses, e com a ajuda de tribos aliadas, Mem de Sá conseguiu afinal expulsar definitivamente os invasores. Exaurido por tantas atribulações, Mem de Sá morreu em Salvador no ano de 1572, enquanto aguardava a chegada de seu substituto.

Fonte: Armorial Lusitano

 

Ancestrais da Família Clemente de Souza:

 

José de Sá Cardozo - nascido aproximadamente em 1780 na vila do Zambujal no concelho de Condeixa-a-Nova, onde se casou com sua conterrânea Anna Rosa, com quem teve um filho chamado Manoel Cardoso de Sá, nascido em 1815 na mesma vila do Zambujal. Esta vila, também designada por Azambujal, pertence à comarca de Ansião. Foi vigararia da apresentação do Mosteiro de Sant'Ana de Coimbra, tendo passado depois a priorado. D. Manuel I deu-lhe foral em Lisboa em 23 de Agosto de 1514. Era sede de concelho em 1811, tendo a Universidade de Coimbra por donatário. Fez parte do antigo concelho do Rabaçal, extinto por decreto de 31 de Dezembro de 1853, fazendo então parte do de Soure. Em 1855, por decreto de 24 de Outubro, integra o concelho de Condeixa-a-Nova.

 

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